Slimmy

Estou perplexo ao ver ao ponto que a música nacional está a evoluir!

E a adorar este som:





PUTA QUE PARIU ESTA MERDA

Ausência de mim


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BRAGANÇA - Livraria Rosa d’Ouro Praça da Sé, 23
BRUXELAS (BÉLGICA- Orfeu - Livraria Portuguesa Rue du Taciturne, 43 - Willem de Zwijgerstraat
CALDAS DA RAINHA- Livraria Loja 107 Rua Heróis da Grande Guerra, 107/109
COIMBRA - Casa do Castelo Rua de Sofia, 47/49- Livraria 115Praça 8 de Maio, 109
ÉVORA- Livraria Nazareth & Filhos Praça do Giraldo, 46
GUIMARÃES -Centésima Página São Mamede – CAE R. Dr. José Sampaio, 17-25
LEIRIA -Livraria Recreio dos Artistas Rua Latino Coelho, 12 (Orfeão Velho)
LISBOA - Livraria Portugal Rua do Carmo, 70 - Chiado-
...Livraria Barata Avenida de Roma, 11A-
...Livraria - Trama Rua S. Filipe Nery, 25-B (ao Rato)
MATOSINHOS - Livraria Marques Ribeiro Rua Brito Capelo, 193-
...Livraria Espacial Av. da República, 1088
PORTO- Unicepe - Coop. Estudantes Livreiros Praça Carlos Alberto, 128 A - aos Leões em frente à reitoria da UP- Poetria -
---Livraria Temática de Poesia e Teatro Rua das Oliveiras, 70
SINTRA- Papelaria Pinguim Estrada de Algueirão, Mem Martins

Hora do Planeta









De que se trata?É algo tão simples como desligar o interruptor.O que começou como um movimento quase espontâneo que pretendia incentivar os habitantes de Sidney a apagar as suas luzes e despertarem para os problemas ambientais, cresceu e tornou-se numa das maiores iniciativas mundiais de luta contra as alterações climáticas.Em 2009, às 20H30 de 28 de Março, pessoas em todo o mundo são desafiadas a apagarem as suas luzes por uma hora – a Hora do Planeta.Pretende-se este ano que mil milhões de pessoas, em mais de 1000 cidades, se unam em torno deste movimento e com este gesto simbólico mostrem que é possível tomar medidas contra o aquecimento global.







A Hora do Planeta começou em 2007, na cidade australiana de Sidney. Nessa altura 2,2 milhões de habitações e empresas desligaram as suas luzes por uma hora. Apenas um ano mais tarde é que este evento se transformou no movimento global para a sustentabilidade que é hoje, com a participação de cerca de 100 milhões de pessoas e abrangendo 35 países.Desde então, marcos emblemáticos mundiais, tais como a ponte Golden Gate, em São Francisco (EUA), o Coliseu de Roma, em Itália, e o painel publicitário da Coca-Cola em Times Square (Nova Iorque, EUA), ficaram às escuras, como símbolos de esperança por uma causa que se torna mais urgente a cada hora que passa.A Hora do Planeta 2009 é um apelo global de acção a todos os cidadãos, todas as empresas e todos os Governos. Um apelo para marcar presença, assumir responsabilidade e envolver-se num esforço conjunto para um futuro sustentável.Edifícios e marcos simbólicos, desde a Europa até às Américas, vão permanecer às escuras no dia 28 de Março. Em várias cidades do mundo, incluindo Lisboa, as pessoas vão apagar as luzes e unir-se para criar uma acção vital que se pretende que desencadeie a discussão sobre o futuro do nosso precioso planeta.Mais de 70 países vão participar na Hora do Planeta 2009. Este número cresce diariamente à medida que as pessoas começam a entender este movimento como um acto tão simples que pode gerar tão profundamente a mudança.A Hora do Planeta é uma mensagem de esperança e uma mensagem de acção. Cada um de nós pode fazer a diferença!Às 20:30 do dia 28 de Março de 2009 apague as luzes e veja a diferença que pode fazer no combate ao aquecimento global; registe-se em http://www.earthhour.org/portugal e junte-se ao movimento HORA DO PLANETA.






Opinião sobre ...

Pois bem,
é de conhecimento de grande parte da população que existe um "artista" que decidiu expor um cão atado numa galeria de arte como parte da sua exposição.

Quem é o artista? Como se chama? A que se deve tal acção? - Perguntas que qualquer ser humano racional terá feito ao deparar-se com a notícia.
Automaticamente as pessoas (generalizando) fizeram passar a noticia de todas as formas possíveis.

Confesso que também não perdi demasiado tempo a tentar informar-me, mas o que apurei foi o seguinte:

O dito "artista" chama-se Guillermo Habacuc Vargas . Segundo uma leitura diagonal, depreendi que a "peça" do cão com fome (nem me vou dar ao trabalho de aqui colocar fotos pois já todos as conhecemos) deve-se a uma suposta homenagem a Natividad Canda , uma senhora de 25 anos que foi violentamente atacada por 2 cães e acabou por falecer.


Todos nós temos conhecimento de casos em que animais atacam humanos, umas vezes por razões óbvias, outras que desconhecemos. No entanto toda a gente (inteligente) sabe que em circunstancias naturais animal algum ataca pela simples maldade ou por desporto, à excepção do Homem.
A meu ver, o gesto deste senhor em si terá sido mais animalesco e desprezível que qualquer outro acto de qualquer outro animal seja em que circunstancia for. Mas isto não passa da minha Opinião. Estando nós num mundo livre e artístico penso que esse artista valerá tanto como pessoa como a sua arte, ou seja, tenho mais respeito pelas fezes que defequei esta manhã que por qualquer um dos elementos indicados.
Poderia claro invocar a minha veia artística e gritar que:
"esse senhor é um merdas sem escrúpulos, desprovido de qualquer tipo de decência e me mete nojo."
chamaria-mos a isto então um lindo poema.

Em contrapartida este senhor alega ( e infelizmente de forma acertada) que de toda a gente que visitou a exposição, ninguém se dignou a soltar o animal ou até mesmo dar-lhe de comer, visto que haviam escritas na parede frases com ração.
Leio com alguma apreensão e cepticismo a palavra "ninguém", mas acredito. Acredito também que tenha havido pessoas que se importassem mas se tenham contido sabe-se lá porque razões... vergonha? medo de ir contra o artista? contra a arte? passarem por humanos em vez de apreciadores de arte? Não faço ideia. Desconfio porém que se perguntar-mos a toda a gente que se encontrava na cidade da exposição, todos responderiam que não entraram ou algo do género. Seja como for ...irrelevante.

No meio de tanta informação e desinformação não consegui apurar ao certo o que aconteceu ao cachorro, mas presume-se pelo alarido que terá efectivamente morrido à fome.
Verdade ou não assinei a petição na altura a convencer-me de que estava a fazer algo de bom...( e convenci-me)
Alegam algumas pessoas que toda a gente se manifestou ao ver o animal exposto, mas que ninguém faz nada ao ver um animal semelhante nas ruas. (Não) Lamento em discordar e nem sequer me vou por a dar justificações nem casos nem exemplos. É certo que ninguém pode ajudar tudo e todos, ninguém faz milagres e de facto há cenas do quotidiano que por muito tristes que sejam se tornam banais e por consequente as reacções acalmem e acabem mesmo por ser esquecidas. É um facto, infelizmente. O que não significa que possamos perder voluntariamente a nossa humanidade e respeito pelos seres vivos.
Chego à conclusão já mais que sabida que o ser humano não presta...

durante a minha curta pesquisa sobre este assunto deparei-me com um vídeo bastante curioso que gostaria de partilhar aqui:






Citando o sr Guillermo Vargas:
"Me reservo o direito de decidir se é certo ou não que o cachorro morra. O importante para mim é a hipocrisia das pessoas: um animal assim se converte em foco de atenção quando o coloco em um lugar onde as pessoas vão ver arte, mas não quando está envolvido na morte de um homem, como aconteceu com Natividad Canda".


Resta-me opinar que este senhor devia ser internado para estudos científicos sobre a zona do cérebro onde reside a Imbecilidade.
Não podemos julgar ou sacrificar os outros por acções de outrem. (ainda para mais quando é um dado cientifico que o único animal "mau" e sádico é o homem, logo os cães em questão terão tido uma razão óbvia para o ataque, mais não seja insanidade...)

ANOR

Visto que neste nosso país à beira mar plantado se tem notado um crescente aparecimento de novos titulos e invenções de novas entidades denominadas de "Autoridades", eis que nasce mais uma: ANOR
Autoridade Nacional das Opiniões e do Ridiculo.

Apeteceu-me

Ontem decidi sair à rua. Passear. Observar.
Grande parte das pessoas desconhece o meu "problema" com grandes multidões.
Não é nada de grave ou incontrolável, apenas não gosto.

Fui passeando pela Baixa e apenas caminhando, observando tudo em meu redor,
os turistas, os miúdos da escola e as suas modas, os pedintes, enfim...um pouco de tudo.

Sentei-me numa esplanada bem ao meio da Rua Augusta.
E lá fiquei à espera que alguma alma caridosa se dignasse a perguntar o que gostaria de beber (coisa que em uma hora não aconteceu).
Enquanto esperava, sentado no meu cantinho duas coisas aconteceram que me marcaram de alguma forma.

A primeira:
Estava um senhor sentado ao meu lado a ler muito sossegado a o seu jornal quando , subitamente, um pombo surge. Poisa bem em frente do senhor e apenas esperou.
provavelmente esperava alguma comida ou algo do género sei lá.
Sei apenas que se deu ali um momento precioso.
O contacto visual do homem bem em frente do pombo. Quase que me arriscaria a dizer que tiveram uma simples conversa... e tão bem se entenderam.
O sorriso esboçado pelo homem transmitiu uma calma ternurenta.
Nem sei porque avaliei a situação, apenas sei que gostei.
por mais ridículo que pareça achei por bem partilha-la.




(note-se a expressão do sr, sei que nao se vê muito bem mas... está lá)


A segunda:

Do meu outro lado estavam duas mesas juntas onde conversavam e discutiam os seus assuntos escolares e pessoais um grupo de jovens adolescentes.
discutiam problemas banais, com linguagem e postura próprias da idade.
nada demais mesmo.
passou uma senhora de idade já avançada;
gorro na cabeça, grande casaco que dava a sensação de ser bastante quente (e estava muito bom tempo)
arrastava um saco grande, típico de mendigos...
óbvia escassez de dentes, óculos grossos
enfim, nada de novo infelizmente.

Abordou os jovens de maneira bastante simples
estendeu a mão e nem consegui ouvir bem o que disse.
em breves segundos, uma miúda, a que por acaso estava mais perto, alcançou a algibeira e tirou um euro.
pouso-o na mão da velhota, ao que foi correspondida com um caloroso sorriso.
Ao notarem o simpático sorriso da senhora, todos os outros miúdos levaram as mãos aos bolsos, certamente à procura de alguns trocos para lhe dar.
enquanto isso, a senhora sempre simpática, fechou a mão e gesticulou algo como se pegasse suavemente um beijo dos lábios e o mandasse gentilmente para cada um dos miúdos.
Fe-lo repetidamente a cada um em singular.
tudo isso me surpreendeu...
mas ainda mais o que me surpreendeu foi o facto da senhora, após ter "dado beijos" a cada um dos adolescentes, se virou e calmamente seguiu o seu caminho
sem sequer esperar que os restantes garotos lhe pudessem dar as "esmolas" que tinham tirado dos bolsos.
Não acredito que a senhora não tenha reparado pois os movimentos deles eram óbvios.

Achei todos estes gestos num só acto lindo e caloroso.
Só os quis partilhar com queira ler.

Pensei para mim mesmo:
O Mundo está uma merda...
mas não tanto assim...



Será?